Falar sobre meditação não é fácil. É necessário experimentá-la.
Quando imaginamos em alguém meditando, logo nos vêm a imagem de uma pessoa sentada com pernas cruzadas, olhos fechados e séria. Geralmente pensando sabe-se lá o que?
Para mim, criou-se uma falsa idéia de meditação, algo distorcido, que para meditar, é necessário, tristeza e cara feia. Assustando os futuros meditadores.
Na verdade a meditação nos traz exatamente o contrário. Trazendo satisfação e tranquilidade, nos proporcionando mais contentamento.
Durante a meditação, se queremos meditar e tranquilidade, precisamos trabalhar nossos pensamentos e sentimentos. E assim fica mais fácil quando damos a nossa mente algo para fazer,pois ela dispersa facilmente. Dessa forma ela focaliza em um objeto de concentração, treinando-a a parar de divagar, e se mantendo quieta, lenta e relaxada.
Contudo gradativamente ela vai se transformando, deixando de ser controlados por nossos pensamentos podendo dessa forma usarmos habilidades singulares da nossa mente, com propósitos elevados.
Podemos usar qualquer forma de concentração. Como mantras, orações, vizualizações. Ou qualquer outro objeto, como nossa própria respiração, o mais usado ao longo do tempo, e mais verdadeiro.
Várias culturas já foram berço de técnicas meditativas, cristãos,os budistas, tribos africanas, os sufis, ídios e esquimós. Entre outros.
Para meditar não é necessário pertencer a nenhuma dessa cultura, ou religião específica, nem mesmo é exigido mudanças ao indivíduo.
As mudanças se ocorrerem serão espontâneas e pertencem a cada um particularmente.
O melhor da meditação é nos conectar além de tudo com o momento presente,uma forma genuína de se ligar ao mundo real, estimulando uma reação sadia e equilibrada diante da vida.
Om Namah Shivaya!
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